DOENÇA DE ALZHEIMER
"Demência"
é um termo usado para descrever diferentes distúrbios cerebrais que afetam a
memória, o pensamento, o comportamento e a emoção.
A Doença de Alzheimer é um desses distúrbios,
sendo definida como uma desordem neurodegenerativa que provoca a diminuição das
funções cognitivas, uma vez que as células cerebrais degeneram e morrem,
causando declínio progressivo na função mental.
Os principais sintomas dessa doença são:
- Ø dificuldade
de memória (especialmente de acontecimentos recentes);
- Ø perda
progressiva da autonomia;
- Ø discurso
vago durante as conversações;
- Ø demora
em atividades rotineiras;
- Ø esquecimento
de pessoas e lugares conhecidos;
- Ø deterioração
de competências sociais e
- Ø imprevisibilidade
emocional.
VISÃO
ESPÍRITA
O Espiritismo nunca se furtará de oferecer à
medicina e à psicologia a sua mais valiosa contribuição, que é a de considerar além das causas biológicas, psicológicas e sociais – as causas
espirituais na origem das enfermidades humanas. O Espiritismo ensina que saúde é
o estado de completo bem-estar biopsicossocial e espiritual e, mais
recentemente, que saúde integral tem uma relação intrínseca com a moral
(enfermidade moral), ou seja, com as causas atinentes å disciplina dos sentimentos.
Décio landoli Jr.,
brilhantemente, tece as seguintes considerações:
[...] o Espírito contém um genótipo espiritual
impresso em seu perispírito e determinado pelo seu grau de desenvolvimento,
dificuldades e conquistas no campo moral. Isso certamente estaria influenciando
o seu corpo físico segundo a lei de causa e efeito. [...] É o perispírito que
está agindo como um molde magnético que orienta e organiza o "material genético
celular” por meio do seu "material genético espiritual". [...] o código
genético é mutável até certo ponto, assim como que cada indivíduo tem o poder
de alterá-lo dentro das suas possibilidades naturais, modificando o seu perispírito
(genótipo espiritual), segundo sua evolução moral (merecimento ou capacitação).
Esse código contém um cardápio de possibilidades que podem ser "escolhidas"
pela consciência que sobre ele age por meio do processo de expressividade gênica.
A Doença de Alzheimer não
poderia ser diferente, pois pode perfeitamente ter origem nos conflitos do
Espírito, tanto pregressos quanto atuais. Assim, como para quase todas as
demais doenças, é preciso levar o perispírito em consideração, uma vez que a cura
do corpo está subordinada à cura desse envoltório espiritual.
Em Missionários da luz, André Luiz explica
que, "Assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe pode
intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual absorve elementos que
lhe degradam, com reflexos sobre as células materiais". Todos trazemos
impresso no perispírito os registros das doenças em geral, e estas poderão se
manifestar tardiamente no decorrer da vida, como é o caso da “DA”, segundo a lei
de ação e reação, que tem no tempo o principal fator desencadeante.
O adoecimento se dá pelas nossas escolhas de vida:
começaria por um desajuste de nossas energias emocionais, devido a isso, órgãos
e tecidos seriam impactados desde o início. Na sequência, essa enfermidade
consciencial, após atingir o corpo por semanas, meses, anos,
permite, finalmente, fazer o diagnóstico da doença. Podemos dizer que, antecedendo as doenças, estão as disfunções e enfermidades nos
tecidos conscienciais (emocionais, mentais e espirituais). A disfunção têm origem na consciência enferma que por meio de vivencias
desarmoniosas e sentimentos não edificantes, como falta de compaixão, gratidão,
perdão, falta de propósito de vida, estresse e depressão, podem ser o gatilho para
o início do adoecimento do cérebro no corpo físico.
Depois dessa breve introdução
ao tema das causas espirituais da “DA”, devemos considerar estas como situações
que podem perfeitamente iniciar uma cascata de eventos patológicos no corpo
físico, como as vivências desarmoniosas da alma, os pensamentos destrutivos, os
sentimentos doentios ou desequilibrados, a rigidez de caráter, de atitudes e de
decisões, a ausência de preparo para o envelhecimento, o não enfrentamento das
feridas da alma, as obsessões, as auto obsessões, entre outras.
A qualidade de nossos pensamentos e as
tendências e suscetibilidades de vidas passadas são determinantes na gênese da
Doença de Alzheimer.
ALZHEIMER
E A MEDICINA
Como a “DA” é uma patologia neurodegenerativa
frequentemente associada à idade ou ao envelhecimento humano, é lógico deduzir
que ela é uma doença muito rara em pessoas na meia-idade (com exceção dos portadores
de Síndrome de Down). Ela vai progressivamente aumentando, de forma
significativa, sua frequência à medida que se ultrapassa a 8ª década de vida. Vamos
utilizar um exemplo prático para explicar essa doença:
O cérebro humano sadio seria é como dois
quadros negros, um ao lado do outro, em uma parede de uma sala de aula. Em um
deles, observa-se uma quantidade de frases e imagens com informações do
passado, como família nuclear, escola, relações conjugais, filhos, locais onde
morou, enfim, muitas lembranças antigas. No outro quadro se encontram as
informações atuais, mais recentes, ou mesmo fatos que aconteceram há minutos ou
há poucas horas.
A DA no cérebro de uma pessoa funcionaria
como um apagador que, em uma velocidade variável, vai apagando as palavras,
frases e imagens do quadro das lembranças e informações do presente, restando apenas
as do quadro do passado.
Ao longo dos anos de evolução da doença, a pessoa
idosa mantém por mais tempo conservadas as memórias mais antigas, guardadas em
seu banco de dados. Essa é a razão pela qual os portadores de DA perguntam
tantas vezes as mesmas coisas e relembram ou acreditam estarem vivendo em
épocas passadas.
Algumas das possíveis causas:
- Ø sedentarismo
(ou inatividade física),
- Ø tabagismo,
- Ø consumo
excessivo de álcool,
- Ø poluição
do ar,
- Ø traumatismos
que causem danos cerebrais,
- Ø isolamento
ou pouco convívio social,
- Ø baixo
nível educacional,
- Ø obesidade,
- Ø hipertensão
arterial não tratada,
- Ø diabetes,
- Ø depressão
e
- Ø declínio
auditivo.
Formas
de prevenção:
- as pessoas devem se manter em movimento, procurando formas para que isso se mantenha naturalmente ao longo da vida;
- devem encontrar seu propósito de vida e persegui-lo com paixão;
- devem desacelerar, trabalhar menos, descansar mais e tirar férias;
- devem interromper uma refeição quando estiverem 80% satisfeitas;
- devem consumir mais vegetais e ingerir menos carne e produtos processados;
- devem criar laços afetivos e fortes relações sociais saudáveis;
- devem alimentar a alma e desenvolver atividades espirituais;
- devem amar sua tribo e tornar sua família uma grande prioridade.
Então, amigos, comecemos logo a:
- ·
ler regularmente, fugindo das leituras
"mecânicas";
- ·
praticar com regularidade jogos mentais;
- ·
utilizar os recursos da Internet e das redes
sociais com moderação;
- ·
utilizar menos os serviços de GPS e aplicativos
em geral que raciocinam por você;
- ·
considerar a possibilidade de fazer um curso de
seu interesse, como, por exemplo, aprender uma língua estrangeira nova.
Estudos têm mostrado que ser bilíngue exerce
um efeito positivo sobre a capacidade cognitiva que que dura até a velhice.
Acredita-se que pessoas fluentes em dois ou
mais idiomas, mesmo que tenham aprendido a segunda língua na idade adulta,
podem apresentar menor declínio cognitivo com o passar dos anos.
·
manter seu intelecto ativo pelo maior tempo
possível;
·
procurar por grupos de estimulação cognitiva.
Esses são espaços de interação social,
educativo e terapêutico capazes de estimular a criatividade e a saúde cerebral.
·
tocar música, pois essa atividade está
associada a uma melhor cognição na vida adulta.
Tocar um instrumento musical está associado a
uma melhor memória de trabalho e função executiva, e cantar em grupo está associado
uma melhor função executiva.
A musicoterapia, é uma forma de terapia não farmacológica
que utiliza intervenções musicais clínicas realizadas por um musicoterapeuta
qualificado, com a finalidade de estudar a interação som/ser humano. Por
intermédio dessa relação terapêutica, busca atender às necessidades físicas,
cognitivas emocionais e sociais do paciente, promovendo-lhe melhor qualidade de
vida. A musicoterapia pode contribuir não apenas para minimizar os sintomas
psicológicos e comportamentais da demência, mas também para estimular a memória
para fatos e eventos e as diferentes formas de expressão (verbal e não verbal).
A memória musical é a última que se apaga, até em estágios avançados de
demência. Por isso, a musicoterapia é uma abordagem não medicamentosa que
melhora a qualidade de vida e pode retardar o declínio cognitivo. A música é capaz
de acionar várias áreas cerebrais relacionadas às memórias afetivas de pessoas
idosas com demência. Qualquer música antiga que reacenda uma dessas memórias,
certamente, funcionará como um cântico reconfortante.
OBS: Esta compilação é resultado de algumas pesquisas e estudos, em diversos tratados, sobre o assunto.
Bom dia obrigada por mais uma informação que é muito válido para mim que não entendo muito sobre essa doença mais fiquei muito interessado gratidão 🙏
ResponderExcluirMuito obrigada pela mensagem ...apesar de ter algum conhecimento sobre o assunto !
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